
Orientação Vocacional
Resultados que se refletem nas escolhas e no próximo passo
Na Orientação Vocacional trabalhamos para transformar dúvidas em decisões informadas. O foco está em conhecer o perfil do aluno ou jovem adulto, explorar opções de cursos e profissões de forma realista e construir um plano que faça sentido para quem ele é, e não apenas para o que é impingido pela sociedade.
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Sessões
Avaliação vocacional intensiva com entrevistas, testes e análise de interesses.
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Pilares
Interesses, aptidões e valores integrados num perfil claro e fácil de compreender.
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plano de ação
Documento final com opções de cursos, saídas profissionais e próximos passos definidos.

Cada pessoa traz uma história única. Na consulta, quero que se sinta ouvida, respeitada e segura para explorar o que sente ao seu próprio ritmo.
Susana Coelho
Psicóloga Clínica

Acredito que ninguém deve enfrentar as dificuldades sozinho. Juntos, encontramos novas formas de compreender o que sente e de recuperar equilíbrio.
Vanessa Antunes
Psicóloga Clínica

O meu compromisso é oferecer um espaço de escuta tranquila e sem julgamentos, onde possa falar com confiança e encontrar caminhos mais leves para o seu dia a dia.
Rita Luz
Psicóloga Clínica
Escolhas académicas mais claras, decisões mais seguras
A Orientação Vocacional ajuda a identificar talentos, interesses e áreas de maior potencial, trazendo clareza às decisões de curso e carreira. Através de avaliação especializada e exploração guiada, o processo permite transformar dúvidas em opções realistas, alinhadas com quem a pessoa é e com o que deseja para o futuro.

Avaliação vocacional clara, estruturada e orientada no presente para o futuro.
Áreas de intervenção da orientação vocacional
A Orientação Vocacional é indicada para momentos de decisão em que é preciso clarificar interesses, aptidões e opções de futuro. O objetivo é apoiar o jovem a tomar decisões informadas sobre o seu percurso de estudos e primeiras escolhas de carreira.

Escolha de área no 9.º ano
Apoio na decisão entre vias de ensino e áreas de estudo, ajudando a perceber quais disciplinas e percursos se alinham melhor com o perfil, interesses e forma de aprender.

Definição de curso no ensino secundário
Intervenção focada em jovens que sentem pressão para escolher "o curso certo" mas têm dúvidas entre várias opções. Explora-se o que tem impacto na realidade futura do jovem e quais as saídas profissionais associadas.

Candidatura ao ensino superior
Acompanhamento em fase de candidatura, integrando notas, médias, interesses e estilo de vida desejado. Trabalha-se a definição de prioridades, alternativas (planos A, B e C) e coerência entre escolhas.

Reavaliação de escolhas já feitas
Indicada para quem iniciou um curso ou área de estudos e sente que não está enquadrado ou sente frustração por ter feito uma escolha errada. O foco está em compreender o que não está a resultar, redefinir objetivos e encontrar um percurso mais ajustado.

Escolha de área no 9.º ano
Apoio na decisão entre vias de ensino e áreas de estudo, ajudando a perceber quais disciplinas e percursos se alinham melhor com o perfil, interesses e forma de aprender.

Definição de curso no ensino secundário
Intervenção focada em jovens que sentem pressão para escolher "o curso certo" mas têm dúvidas entre várias opções. Explora-se o que tem impacto na realidade futura do jovem e quais as saídas profissionais associadas.

Candidatura ao ensino superior
Acompanhamento em fase de candidatura, integrando notas, médias, interesses e estilo de vida desejado. Trabalha-se a definição de prioridades, alternativas (planos A, B e C) e coerência entre escolhas.

Reavaliação de escolhas já feitas
Indicada para quem iniciou um curso ou área de estudos e sente que não está enquadrado ou sente frustração por ter feito uma escolha errada. O foco está em compreender o que não está a resultar, redefinir objetivos e encontrar um percurso mais ajustado.
Susana Coelho
Susana Coelho é Psicóloga Clínica e Psicoterapeuta Somática, formada pelo ISPA e pelo atual Mentara. Nas consultas, recorre a diferentes correntes da psicologia e psicoterapia, para construir uma abordagem abrangente e integrativa, onde cada pessoa é vista como única. Dá especial importância à segurança emocional, à escuta ativa e à clareza na explicação do processo terapêutico. Acredita que o acompanhamento certo pode transformar sofrimento em autoconhecimento, liberdade interna e novas formas de estar na vida.

Vanessa Antunes
Vanessa Antunes é Psicóloga Clínica, com cédula n.º 28906, mestre em Psicologia Forense e Criminal pela Escola Superior de Saúde Egas Moniz. Complementa esta formação com especialização avançada em Psicologia Clínica e da Saúde e em Terapia Cognitivo-Comportamental com Crianças e Adolescentes. Iniciou o seu percurso num centro para crianças e jovens com perturbações do neurodesenvolvimento, onde desenvolveu competências específicas nesta área. Nas sessões, procura criar uma relação de confiança com o utente e a família, trabalhando em equipa para apoiar o desenvolvimento emocional, o sucesso educativo e a inclusão.

Rita Luz
Rita Luz é Psicóloga Clínica, licenciada pela Universidade Lusófona e com cédula n.º 007730. Especialista em Psicologia Clínica e do Aconselhamento, tem experiência no acompanhamento de crianças, jovens, adultos e pessoas idosas. Em consulta, oferece um espaço de escuta tranquila, respeito e proximidade, onde cada pessoa pode falar sem julgamentos. Valoriza a construção de objetivos realistas, o reforço de competências internas e a criação de estratégias para lidar com desafios do dia a dia, promovendo autonomia e qualidade de vida em todas as fases.

Onde estamos
É um prazer receber a sua visita. Estamos na Torre da Marinha, Seixal, chegar é simples, mesmo que venha de Lisboa ou Setúbal: acesso a menos de 5 min da A2, boas ligações de transportes e estacionamento gratuito nas imediações.
Morada
Rua Luís de Camões, nº 22 A, Torre da Marinha, 2840-440 Arrentela
Horário
Atendimento geral:2ª–6ª, 07:30 - 13:30 e 14:30 - 19:30
Colheitas de análises clínicas: 2ª–6ª, 07:30–12:30
Sábados:08:00–12:30
Acessibilidade
Receção ao nível da rua e WC adaptado. Espaço amigo de carrinhos de bebé.





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Perguntas frequentes sobre orientação vocacional
A partir de que idade se pode fazer Orientação Vocacional?
Geralmente a partir do 9.º ano, quando surgem escolhas formais de área e disciplinas. No entanto, jovens do ensino secundário, candidatos ao ensino superior e jovens adultos indecisos também beneficiam deste acompanhamento.
Como funciona a avaliação vocacional?
Inclui entrevistas individuais, testes de interesses e aptidões, análise de motivações e exploração de áreas de estudo e profissão. No final, é apresentado um plano com opções concretas e os critérios que justificam cada uma.
Quantas sessões são necessárias?
O processo é normalmente concluído em 2 a 3 sessões, podendo incluir uma sessão adicional de esclarecimento para a família ou para revisão de escolhas.
A Orientação Vocacional substitui o apoio da escola?
Não. Complementa-o. A intervenção é mais aprofundada e personalizada, respondendo às necessidades específicas do jovem e analisando possibilidades de forma mais ampla, rápida e individualizada.
Os pais participam no processo?
Podem participar no início e no final, especialmente quando é importante alinhar expectativas e discutir decisões. As sessões centrais são com o jovem, para garantir autonomia e reflexão genuína.
E se o jovem não fizer ideia do que quer?
É precisamente para esses casos que a Orientação Vocacional existe. Através de testes, exercícios e diálogo orientado, trabalha-se o autoconhecimento e identificam-se áreas que fazem sentido com o seu perfil.
Também é indicada para quem quer mudar de curso?
Sim. A reavaliação vocacional ajuda a compreender o que não está a resultar e a identificar percursos alternativos de forma estruturada e realista.
O relatório final inclui opções de cursos e instituições?
Inclui áreas de estudo, cursos possíveis, saídas profissionais e próximos passos. A indicação de instituições pode ser acrescentada quando relevante.
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A partir de que idade se pode fazer Orientação Vocacional?
Geralmente a partir do 9.º ano, quando surgem escolhas formais de área e disciplinas. No entanto, jovens do ensino secundário, candidatos ao ensino superior e jovens adultos indecisos também beneficiam deste acompanhamento.
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Como funciona a avaliação vocacional?
Inclui entrevistas individuais, testes de interesses e aptidões, análise de motivações e exploração de áreas de estudo e profissão. No final, é apresentado um plano com opções concretas e os critérios que justificam cada uma.
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Quantas sessões são necessárias?
O processo é normalmente concluído em 2 a 3 sessões, podendo incluir uma sessão adicional de esclarecimento para a família ou para revisão de escolhas.
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A Orientação Vocacional substitui o apoio da escola?
Não. Complementa-o. A intervenção é mais aprofundada e personalizada, respondendo às necessidades específicas do jovem e analisando possibilidades de forma mais ampla, rápida e individualizada.
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Os pais participam no processo?
Podem participar no início e no final, especialmente quando é importante alinhar expectativas e discutir decisões. As sessões centrais são com o jovem, para garantir autonomia e reflexão genuína.
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E se o jovem não fizer ideia do que quer?
É precisamente para esses casos que a Orientação Vocacional existe. Através de testes, exercícios e diálogo orientado, trabalha-se o autoconhecimento e identificam-se áreas que fazem sentido com o seu perfil.
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Também é indicada para quem quer mudar de curso?
Sim. A reavaliação vocacional ajuda a compreender o que não está a resultar e a identificar percursos alternativos de forma estruturada e realista.
08
O relatório final inclui opções de cursos e instituições?
Inclui áreas de estudo, cursos possíveis, saídas profissionais e próximos passos. A indicação de instituições pode ser acrescentada quando relevante.

Glossário
Saiba o que significam algumas das palavras mais importantes nas áreas terapêuticas física e mental.
